A experiência foi levada a cabo por um grupo de investigadores das Universidades de Liège, na Bélgica e de Cambridge, no Reino Unido, e o estudo foi agora publicado no New England Journal of Medicine.
Através de uma técnica chamada Imagem por Ressonância Magnética Funcional (IRMF), os médicos conseguiram medir a actividade cerebral do doente, identificando as respostas «sim» e «não» às perguntas que lhe colocavam, através de «fotografias cerebrais».
O estudo envolveu 54 pacientes, sendo que cinco deles demonstraram consciência e actividade cerebral. Destes cinco, dois não demonstraram qualquer sinal de respostas a estímulos exteriores. Esta técnica de ressonância magnética poderá ser uma ferramenta extremamente útil para o diagnóstico do coma. |