Conforme avança a edição de hoje do jornal PÚBLICO, 150 militares portugueses começam a embarcar amanhã, sexta-feira para Cabul no Afeganistão, em missão de alto risco.
Durante seis meses, têm a missão de proceder à libertação de pessoas, escoltas a colunas e a individualidades e neutralização de atiradores solitários, sem necessitarem de autorização para disparar em qualquer ocasião, como acontece com os contingentes de outros países.
Este contingente vai funcionar como Força de Reacção Rápida, ao serviço do Comando da International Security Assistance Force (ISAF), para além de veículos adaptados ao terreno e do armamento individual habitual, terão ainda outro tipo de armas que o Exército e o Estado-Maior das Forças Armadas, por motivos de segurança, preferem não especificar.
Actualmente, segundo o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), Portugal tem um total de 103 efectivos dos três ramos destacados em Cabul, divididos por uma equipa médica e duas de apoio à formação dos militares afegãos. Nas próximas semanas vai passar de uma centena de militares para mais de duas centenas e meia. |