O Ministério de Relações Exteriores do Brasil anunciou que além do dinheiro, enviará também 14 toneladas de alimentos. Para além da ajuda económica, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, deslocar-se-á ao Haiti para acompanhar a situação no país.
Parte da ajuda humanitária do Brasil à população do Haiti partirá ainda hoje no avião do ministro da Defesa. Também o comandante do Exército, General Enzo Martins Peri, parte para o Haiti esta quarta-feira para coordenar a ajuda dos soldados brasileiros que fazem parte da força de paz da ONU no Haiti.
O Brasil lidera a força da ONU no Haiti, que conta com cerca de 6,7 mil militares procedentes de 17 países, entre eles 1,266 mil brasileiros. Para além dos militares, vários especialistas de organismos governamentais e militantes de organizações não governamentais que trabalham em projectos de ajuda, estavam no país na altura do sismo.
A brasileira Zilda Arns, de 73 anos, médica pediatra e fundadora da Pastoral da Criança (projecto social do Episcopado brasileiro com actuação em vários países latino-americanos), também é uma das vítimas fatais do sismo de magnitude 7,0 que se fez sentir no Haiti. |