Um grupo de cientistas do centro de investigação de Doença de Alzheimer da Florida utilizou cerca de uma centena de ratos alterados geneticamente para serem portadores da Doença de Alzheimer, que foram expostos a radiações electromagnéticas emitidas por telefones móveis durante uma ou duas horas diárias durante sete a oito meses.
As ondas do aparelho móvel protegeram a memória da centena de ratos envolvida na experiência, «mas o mais assombroso foi constatar que as ondas electromagnéticas dos telefones móveis revertiam o desequilíbrio da memória dos ratos», afirmou Gary Arendash, professor do centro de investigações.
Os cientistas explicaram que nos roedores as ondas electromagnéticas eliminavam e preveniam a formação das camadas de proteína beta-amilóide, características da doença. Nos ratos mais velhos com problemas de memória, os mesmos desapareceram, o que sugere a possibilidade de se alcançar um efeito similar em humanos, afirmaram os cientistas. |