Rafael Branco falava neste fim-de-semana no Palácio dos Congressos perante 1100 jovens da Juventude Social-Democrata, antigo JMLSTP na celebração do Dia Nacional da Juventude.
O líder do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe/Partido Social Democrata, recebeu o apoio de todos os secretários das comissões distritais da Juventude Social-Democrata do país no sentido de conseguir obter uma maioria absoluta. Rafael Branco sublinhou que uma maioria parlamentar qualificada permitirá ao MLSTP governar o arquipélago partindo de bases lançadas na presente gestão governamental.
O representante da Juventude do Distrito de Lobata, apelou a Rafael Branco, na qualidade do primeiro-ministro, para que dialogue com os quadros técnicos formados em Cuba para uma plataforma de entendimento. Ao mesmo tempo advertiu também os recém-chegados para que tenham calma, paciência e compreensão durante o processo.
A reacção ao corajoso apelo da turma juvenil dos lobatos durante a mensagem alusiva ao 5 de Novembro, não se fez esperar. «O ano está no fim e todos vão ser enquadrados sem problemas porque foi o MLSTP no governo de Maria das Neves que os enviou para estudar nas terras de Fidel Castro, portanto o emprego está garantido», disse o chefe do Governo, Rafael Branco.
O presidente do MLSTP, informou os jovens do seu partido, que na presente legislatura o Executivo desenhou as bases para uma governação segura, baseada no porto de águas profundas, agricultura, turismo e na conversão de São Tomé e Príncipe num pólo de prestação de serviços na sub-região de África central.
Rafael Branco rejeitou a ideia de uma governação centralizada exclusivamente em quadros do MLSTP/PSD e defendeu que com a próxima vitória nas legislativas que se avizinham, o seu partido vai incluir alguns independentes no Governo.
«Nós vamos buscar outras competências fora do MLSTP e não temos receio de ir buscá-las onde elas existirem porque o partido precisa de toda gente para desenvolver São Tomé e Príncipe», enfatizou Rafael Branco.
A Juventude do MLSTP / PSD concentrou-se na histórica Praça da Independência e partiu depois numa manifestação política nas principais artérias da capital, que terminou no Palácio dos Congressos.
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