Em Portugal e em comparação com os números de 2008, há uma quebra na igualdade dos salários pagos para a mesma função, no acesso a cargos de topo nas empresas ou na justiça, e às profissões técnicas em geral.
Apesar da descida de Portugal para o 46/o lugar no ranking nos resultados gerais, estamos acima da média em três indicadores: esperança média de vida, acesso as profissões técnicas e acesso aos ensinos secundário e superior.
O ranking, engloba 143 países e avalia a forma como cada país distribui, entre homens e mulheres, as oportunidades existentes independentemente dos recursos de que dispõe.
No topo da lista estão os países no Norte da Europa, a Islândia, que subiu quatro lugares e tirou o lugar à Noruega, em terceiro. A Finlândia mantém-se como o segundo país do mundo com menos desigualdade entre géneros.
A África do Sul (6) e o Lesoto (10) entraram pela primeira vez para o top 10 do ranking, as Filipinas perderam desceram do 6/o lugar para o 9/o sendo o único país da Ásia a liderar nesta matéria.
Alemanha (12) e Reino Unido (15) perderam pontos, mas dos países da União Europeia, a Itália continua a ser um dos mais mal classificados na 72/a posição, caindo três lugares face a 2008 devido aos maus resultados obtidos nos indicadores sobre a participação das mulheres na economia.
Os últimos lugares são ocupados pelo Iémen, Chade, Paquistão e o Benim. |