Fernando Pinto falava à Agência Lusa, no final do seminário sobre Reestruturação do Sistema de Transporte Aéreo de Angola, organizado pelo Ministério dos Transportes angolano, quando admitiu que uma possível fusão da TAP com as congéneres angolana TAAG e brasileira TAM, «Tem razões estratégicas, seria uma empresa muito forte, mas por enquanto é só um conceito que nasceu, não sabemos onde, mas na actual situação de mercado não vemos que seja o momento. Contudo, acho uma boa ideia», disse.
Relativamente à reestruturação em curso na TAAG, Fernando Pinto considera que a TAP deu uma «pequena contribuição» na preparação do regresso da companhia aérea angolana aos céus da Europa mas que a companhia aérea angolana precisa «dar mais atenção aos detalhes» para a sua saída definitiva da «lista negra» da União Europeia.
Um ano depois da proibição da TAAG sobrevoar o espaço aéreo europeu, a União Europeia autorizou a transportadora aérea angolana a voar apenas para um destino, que não excedesse as 10 frequências semanais, tendo Lisboa sido a rota escolhida pelo grande volume comercial. |