A investigação do JdN visa Jardim Gonçalves, Filipe Pinhal e Paulo Teixeira Pinto (antigos líderes da instituição), e, Christopher de Beck, António Rodrigues, Alípio Dias e António Castro Henriques (antigos gestores).
Em causa está a alegadamente utilização irregular de paraísos fiscais para operações não comunicadas ao mercado e que serviram para o BCP comprar as suas próprias acções.
Segundo divulga também a edição online do Público, nas cartas de acusação, com mais de duas centenas de páginas, enviadas em separado aos sete ex-gestores, o BdP não distingue a responsabilidade de cada um, e não propõe penas. Mas define os limites máximos e mínimos das coimas, além de avisar que podem ser adoptadas medidas previstas nas sanções acessórias, nomeadamente, a inibição de actividade no sector
Os acusados têm agora 30 dias corridos, desde a data da notificação, para apresentar as suas defesas. |